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Mostrando postagens de Abril, 2013

dos instintos humanos

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Primeiro apavoro em seguida enraiveço logo então ignoro e me despojo,  daquilo que meu nunca foi. Daí vem o pensamento  e ardo, e arde o que antecedeu a tal efêmera calmaria que na verdade nem chegou. Doi novamente e em segundos me contorço sem mexer músculo algum; enrijeço a coluna é novo "bum"! A cabeça é vulcão mão no coração, segura o rojão! Depois silencio e resisto ao grito que pretende sair respiro, respiro não vale a pena insistir em lagoa em pássaro que não voa naquilo que encroa e não vai mudar. Nada de volta à memória nada ou nada, então. nada no rio corrente espalha tranquilidade  o todo resto é vaidade... Do que é de fora, se despir.  e cuidar-se de si cuidar-se de si. sem mais.


O dia do Beijo

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Sobre o dia do beijo. A expressão do desejo.  A materialização do ardente do coração.  Ah, a paixão! Traz todo o significado para o momento.  Desperta os sentidos e não só bocas se encostam mas o corpo e alma. Tudo é intenso. Sobre o verbo "beijar".  Sobre ser ação oriunda do ser humano,  do natural da vida,  das ramificações vindas do amor. Sobre acabar com a vergonha de abraçar as variações do "se entregar"  Sobre a vontade de que o beijo volte a significar,  volte a ter inteireza,  volte a ser símbolo do respeito e cuidado entre dois.  Que se preencha,  e não esvazie  como quase tudo nesse mundo.  O desejo nesse dia é de muitos beijos plenos!

Sim, sou autista!

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- É mãe! Por que a gente fala tomar banho? Tem que ser lavar o corpo, esse é o certo! Tomar banho! Lavar o corpo é melhor, você não concorda? - disse, Martina aos 3 anos, para a mamãe, ao pedir para o papai ir tomar banho e questionar para si mesma a expressão.   Marcela, a mamãe em questão, contou a dúvida de significado da filha para a amiga de trabalho, Michela, também mamãe, mas de Helena, de 8 anos. A pequena de Michela sempre teve problemas para "tomar banho". Não gostava de chuveiro, nem dá água caindo. Era uma luta diária levá-la ao banheiro. A mãe explicava, explicava, mas nada fazia Helena gostar. Foi então que ela fez diferente e chamou a filha para lavar o corpo. Pronto, a menina entendeu. E nunca mais brigou para tomar banho, ops! Lavar o corpo! A sabedoria das crianças...
  Outro dia, a babá de Helena chegou esbaforida em casa, jogou a bolsa no sofá, foi à cozinha, abriu a geladeira e tomou um copo enorme de água gelada.     - Meu Deus! Tá PEGANDO FOGO lá fora!  …